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domingo, 13 de Abril de 2014

Simon Egg ... o ovo mais querido de sempre!

Exibindo Simão no Simon Egg.jpg



Adoro berços.
Trazem-me logo à memória lembranças dos primeiros dias dos meus filhos, da descoberta de cada um deles e do imenso amor que sinto ao vê-los dormir.
Encontrei o Simon Egg num dia destes e apaixonei-me por ele.
Fiquei muito feliz por descobrir que é português e nasceu exactamente do amor de um pai por um filho.
Quis logo conhecer melhor este projecto, e fiz algumas perguntas ao Vasco, o criador do Simon Egg e pai do Simão para partilhar convosco esta feliz descoberta.
Além de dar a conhecer um produto de excelência, pretendo mostrar que as ideias podem sair do papel, ganhar corpo e voar!


1. Como surgiu a ideia de criar um Berço?

A ideia de criar o berço surgiu há uns anos quando eu soube que ia ser pai.
Estranhamente ou não, eu achei que devia dar ao meu filho algo de meu que ficasse como peça ao longo de gerações.
Algo que o meu filho se lembrasse e que ligasse ao periodo mais frágil e mais próximo que teve.
E o berço foi um caminho bastante óbvio para esta demonstração de afecto ilimitada.
2.Existem muitos pais cheios de ideias, mas que depois têm dificuldade em concretizá-las. Como foi este processo no vosso caso - da ideia à confecção. 

Concretizar uma ideia é que faz a ideia ser qualquer coisa.
Claro que sendo arquitecto (e em parte designer) tornou este processo bastante mais fácil.
Após uns esquiços conceptuais e o dimensionamento da peça, o restante são pormenores de construção.
Como a peça é de desenho muito simples este processo foi relativamente rápido. Mais difícil e demorado foi haver quem fizesse a peça !
A madeira necessária foi adquirida algures na zona de Leiria com a escolha de Freixo por apresentar uma côr clara e um desenho bonito dos veios.
A construção absolutamente artesanal ficou a cargo de um artista que faz trabalhos de torneamento de madeira e aceitou este desafio.
Pelos elogios que teve, acabei por submeter o projecto ao concurso Jovens Criadores 2007 tendo sido seleccionado.
Fiquei com a ideia de que eles até queriam premiar o projecto, pois telefonaram-me no dia em que devia entregar o protótipo para uma exposição de 1 mês, antes da entrega do prémio.
Mas como o berço está desenhado para entre os 0 e os 6 meses, a hipótese de o Simão não o usar seria bastante real. E foi apenas para ele que eu o desenhei e construí.
Por isso acabei por desistir do prémio...
Uns anos mais tarde, com a colaboração e insistência do Arq. João Mourão, decidimos tornar isto um produto da The Push Project, a nossa empresa de arquitectura e design.
Foram feitas uma serie de pequenas alterações com vista à execução industrial e à segurança do produto. O braço também foi redesenhado.
Estamos neste momento em pré-produção nas 3 versões, lutando um pouco com os custos de produção iniciais os quais são naturalmente avultados devido às dimensões da peça.


3- Onde podemos encontrar o Simon Egg à venda?

Esistem ainda algumas fases que temos de transpor...
Nomeadamente financiamento e custos de produção na maquinação CNC.


4- Como têm sido a reacção dos pais ao vosso berço? já têm feedback?

Até esta polémica tivemos pouco feedback dos pais, mas temos bastante percepção do potencial do Simon Egg.
Quem o viu, quem conhecia o projecto era no geral potencial comprador pelo interesse demonstrado.
Infelizmente esta polémica fez adiantar a exposição pública do nosso produto sem que ele esteja ainda disponível.


5- O que pensa agora o Simão do berço que o pai criou para ele?

 Ahahah.
Esta é fácil !
Ele adorou e lembra-se mesmo bem dele.
Não no periodo em que o usou, imagino, mas porque esteve no quarto dele muito tempo após, como baú de brinquedos.


Vale a pena conhecer e acompanhar a evolução do Simon Egg na página oficial da marca no facebook, onde podem encontrar fotografias lindas e as várias opções deste berço:


quarta-feira, 2 de Abril de 2014

Espectro do Autismo



Hoje é dia mundial para a consciencialização do autismo.
Há muito que queria fazer um post dedicado ao tema que me é querido. Não, não tenho um filho com este síndroma  nem ninguém na família.  Mas já tive a oportunidade de trabalhar com um menino e de ser eu a detectar nele todas as particularidades de quem têm em si algo diferente do comum.
Posso dizer que foi a criança que mais me tocou o coração em todos os anos de pratica e trabalho com crianças. Testemunhei a dificuldade dos pais em aceitar o diagnóstico, todas as portas que se fecharam para ajudar esta família a encontrar o seu caminho e também fui eu que recebi deste menino as maiores lambidelas na cara em jeito de beijinhos.
Recebo bastantes mensagens de pais a pedir conselhos sobre os comportamentos dos filhos e a pergunta é quase sempre a mesma "será autista?"
Eu não tendo competências para dar esta resposta tento ajudar como sei e posso, dando contactos de especialistas e sugerindo bibliografia adequada.
Um dia por acaso descobri um blog que gosto muito: "T2 para 4", entrei em contacto com a autora que generosamente me escreveu sobre a sua experiência como mãe de duas meninas com  Espectro do Autismo.

"De dois passamos, num instante e de uma só vez, a quatro. E, à medida que as crias vão crescendo, de uma assentada só – como em tudo na nossa vida -, o séquito que rodeia as pequenas princesas gémeas passa a ser bem mais numeroso do que tia, avós e pais; passa a incluir uma autêntica equipa de técnicos e profissionais que acompanham o seu desenvolvendo, a par e passo com a família. De um dia para outro (bem, é mais de um mês para outros porque estas coisas demoram tempo), vemos incluídos nos nossos contactos habituais pediatras especialistas em autismo, terapeutas da fala e terapeutas ocupacionais, educadora e psicóloga da intervenção precoce e tarefeira.
Naquele gabinete de cores indefinidas e com cantos a denunciar alguma humidade, num Hospital Pediátrico velho de Coimbra, naqueles corredores cheios de brinquedos e naquela sala de espera com mesas, lápis e folhas (um oásis de cores num edifício cinzento e velho), uma senhora muito simpática e de olhos ternos que vestia bata branca acompanhada por outra senhora igualmente simpática, que me afastara das piolhas que ficaram com a avó, a fazer-lhe a pobre cabeça em água, conversa comigo. Após horas de observação, a possibilidade de um diagnóstico, soa a algo dito numa língua estrangeira: “desvio çljdlkhf fjhwefghbvcmks autista”. Ouvi autista e não ouvi mais nada, fiquei com o cérebro a mil e a projetar desgraças, sentia-me presa num diálogo de surdos sem assimilar ou sequer destrinçar o que me estavam a dizer – eu só tinha ido a uma mera consulta de desenvolvimento para saber o que se estava a passar com as minhas filhas, esperava algo rotineira do género medir/pesar, nem sequer estava ali o pai para me ajudar a lidar com aquilo tudo, não estava preparada para a dimensão de algo assim, o quê? uma deficiência?, oh meu deus, o que vou fazer? porquê as minhas meninas, que mal fizeram elas?, a médica enganou-se e eu vou provar, está tudo doido e eu a ver, espectro? mas um espectro não é um fantasma do Harry Potter? – O meu chão fugiu quando se falou em NEE (Necessidades Educativas Especiais) porque conheço todos os (d)efeitos que isso traz e as conotações associadas.
Depois desta notícia, que recebi sozinha, eu e o marido voltámos a estar com esta pediatra, sem as piolhas e com mais calma. Desde esse dia, em agosto de 2010, a nossa vida mudou e encarámos como desafio desmistificar as palavras "autismo" e "deficiência" (porque, severo, profundo ou ligeiro - como, felizmente, é o caso - é uma deficiência) e fizemos a promessa de manter o que temos vindo a fazer, amando-as e educando-as exatamente da mesma maneira, porque não deixam de ser as nossas filhas.

A nossa história ainda me revolta porque eu sempre - mas sempre soube - que havia algo de errado com o desenvolvimento das minhas filhas. Mas, depois de uma gravidez tão complicada e de um pós-parto tão doloroso e de tantos pediatras de supostas consultas de desenvolvimento de gémeos a dizer para não nos preocuparmos, acabamos por não atribuir tanta importância a certos sinais como deveríamos, desde logo...
Não há como evitá-lo. Por muitos anos que passem, por muita evolução que as piolhas demonstrem, por muito que tentem dizer-me que se vai sempre a tempo  – as balelas do costume -, a verdade é que não consigo esquecer – nem perdoar – termos passado 3 anos, 3 longos anos entre consultas de desenvolvimento de gémeos e nunca me tivesse sido dada a hipótese de explicar o porquê de as piolhas não terem um comportamento típico para a idade, comparativamente a outras crianças. “Ah, não se pode comparar!” – dizem-me – “Cada criança tem o seu ritmo”. Certo. Cada criança tem o seu ritmo. E que ritmo será esse quando essa criança brinca por filas, come por cores ou texturas, não fala aos 3 anos, usa ecolália para se exprimir – e mal! -, não sabe controlar o que sente e auto agride-se? É isto típico?
As consultas de desenvolvimento de gémeos tinham a periocidade de 1 ano e era sempre tudo a despachar. Até entendo que, em comparação com outros gémeos lá presentes, muito bem estavam as minhas: nunca precisaram de incubadoras nem berçários, aceitavam leite materno e artificial (ainda que pouquíssimo), nunca perderam peso, nunca estiveram internadas. Mas não seria isso, desde logo, um sinal a ter em conta? Para crianças que nasceram com 36 semanas, a ausência de prematuridade não deveria chamar a atenção?
As dúvidas eram mais que muitas e começaram logo aos 7 meses. Nessa altura, o pediatra olhou para mim como se eu fosse um ET e disse-me que o azul era a última cor que os bebés viam (mas era a preferida das piolhas) e que era impossível encaixarem peças geométricas (mas faziam-no. E faziam-no muito bem e rápido.). Era impossível mas não havia material pedagógico para averiguar a veracidade dessa afirmação… E quando apareceu, já as piolhas tinham 3 anos e fizeram o encaixe em 2 segundos... Com o passar do tempo, o meu grau de loucura foi aumentando até ser dada como louca na última consulta – a dos 3 anos. De nada adiantou eu ter chamado a atenção para a dificuldade que eles médicos em equipa tiveram em avaliar o desenvolvimento das piolhas aos 9 meses (ah e tal, elas fazem coisas dos 12 meses mas não adquiriram algumas dos 6. Vamos pela média…) , a lista de comportamentos e sinais atípicos que imprimi não foi sequer tocada, a presença da minha mãe a reforçar a nossa dificuldade em lidar com as birras delas não foi de todo valorizada. “Cada criança tem o seu ritmo”. Desfralde? Pfff, que é isso? Não me deram ouvidos e eu andava há 2 anos a batalhar para o desfralde. Aconteceu 1 ano e meio depois. Sim, aos 4 anos é que o desfralde foi alcançado. Sem ajuda de ninguém porque eu desistira. Uma manhã, as piolhas acordaram e vestiram cuecas. Tão simples quanto isso. “Olhe mãe, cada criança tem o seu ritmo.”
A gota de água foi o não ligarem a mínima para os sinais de automutilação. Uma das piolhas tinha autênticas clareiras na cabeça, a outra andava toda mordida nas mãos, eu falava das birras e do excesso de transpiração quando isso acontecia, da frequência absurda das diarreias e ninguém, NINGUÉM, me deu ouvidos. “Cada criança tem o seu ritmo. Isso passa”. Odeio esta frase.
Não passou. Não passará. O autismo não tem cura.
Desesperada, farta de lágrimas vertidas em vão, exasperada e de coração apertado, fui falar com a única pessoa que achou que eu tinha razão no que dizia e que havia ali qualquer coisa desviante: o nosso médico de família. Ouviu-as a falar em inglês uma com a outra, a criptofasiarem uma com a outra, alheias a todo o mundo exterior, reviu o comportamento e desenvolvimento delas ao longo das consultas que fomos tendo com ele (nunca tivemos pediatra particular; sempre fomos ao centro de saúde e fomos bem acompanhados pelo médico de família). Na perspetiva dele, haveria ali algo mais do género da sobredotação e tranquilizava-me, brincando comigo e dizendo que não tarda passariam logo para a universidade. Ele vi-as tão autónomas e tão desenrascadas! Esses booms de desenvolvimento que elas sempre tiveram acabavam por camuflar os atrasos e isso intrigava quem lidava com elas, pais incluídos.
Foi feito o pedido para a consulta de desenvolvimento. Mal soube do possível diagnóstico, telefonei-lhe. Em tom de brincadeira, lá me dizia ele “Então, já tens os documentos para as inscreveres na Universidade?” e eu respondi “Não… Acho que vai ficar um pouco longe disso… Elas têm autismo.”. Silêncio. Mais silêncio. “Tens a certeza? Não houve nenhum engano?”. Engano nenhum.
Nem costumo falar sobre isto mas acho que o 1º click de todos, aquele que se nega na nossa cabeça para sempre, foi elas não olharem bem para mim quando mamavam… Mas ouvíamos dizer que os bebés vêm tudo baço nos primeiros dias de vida, que é normal, que “cada criança tem o seu ritmo”. Quando me perguntavam se elas olhavam para mim, eu respondia sim porque, de facto, olhavam, mas não era aquele olhar sustentado e profundo como é agora. Como sempre foram fazendo contacto ocular, não relacionei. Mas tudo o resto foi ignorado pelos médicos… Desde os 7 meses de idade e eu isso tenho guardado com muito ressentimento. Não consigo desligar nem perdoar. Foi preciso sofrermos tanto, vê-las a agredirem-se e a ficarem sem cabelo e a terem birras que nos punham a todos em lágrimas para se chegar a uma conclusão tão óbvia… 3 anos!

Felizmente, nunca é tarde para avançar com o que quer que seja e esforçamo-nos todos os dias para que as coisas se componham. E felizmente, apesar de autismo, é algo ligeiro. Mas, nem tão grave nem tão ligeiro e as terapias fazem parte das nossas rotinas familiares desde 2010, as sessões com a psicóloga idem, a documentação para entregar na escola é mais que muita e, apesar de não ter posto os pés na Faculdade de Medicina, tenho uma especialização em Perturbação do Espectro do Autismo. Tentei fazer as pazes com o diagnóstico (que podia ser outro qualquer) e mostrar ao mundo que a ignorância/incompreensão/comentários alheios doi muito!! Embrenhei-me em lutas que nunca pensei travar: organizei exposições de trabalhos de crianças/adolescentes autistas com o intuito de mostrar a diferença e a semelhança, promovi ações de sensibilização para crianças, adultos, monitores, formadores/professores, etc, iluminei uma escola de azul no dia da consciencialização do autismo, e sei lá mais o quê. Não fiz as pazes com o diagnóstico. Todos os dias são dias de trabalho, inconscientemente, intuitivamente. Mas todos os dias são dias de amor. Em resposta à pergunta "se o autismo pudesse ser diagnosticado numa ecografia ou amniocintese, abortarias?", não penso duas vezes: não. Amo as minhas filhas mais do que se possa imaginar, amo-as tanto que até falta o ar. São autistas mas crianças saudáveis e muito muito felizes. Genuinamente felizes."


Obrigada, muito obrigada pela partilha <3

www.t2para4.blogs.sapo.pt
https://www.facebook.com/t2para4?fref=ts



sexta-feira, 21 de Março de 2014

Feliz Primavera com a "Lagartinha muito comilona"


Bem vinda Primavera!
Para celebrar a chegada da minha estação do ano favorita (também adoro o Outono) deixo.vos uma sugestão de leitura completamente deliciosa.



"A Lagartinha muito comilona" de  Eric Carle e reeditado pela Kalandraka.
É um dos meus livros favoritos para trabalhar com os mais novos. Visualmente é lindo, repleto de cor e as ilustrações são das que dão espaço para a imaginação da criança fluir.
Cheio de engenho, este livro aproxima as crianças do processo da metamorfose. Os seus orifícios fomentam a curiosidade e a exploração.
"Se uma pequena lagarta comer muito, transforma-se em borboleta. Não é um conto, é a Natureza. Os buraquinhos que aparecem nos alimentos são testemunhas de que esta lagartinha é mesmo muito comilona. Prepara-se para se transformar em borboleta, mostrando como é possível a metamorfose."

Depois de ler o livro aos seus filhotes e deixá-los explorar e brincar à vontade (sim, os livros também servem para brincar), aproveitem a largatinha para continuar a diversão :)

Algumas sugestões:

1- Ilustrar com goma eva:
Google Image Result for http://2.bp.blogspot.com/-SB93f6BUMJs/TZlB-GQaSbI/AAAAAAAAA2E/EkQxJEGoI5c/s1600/Eric%2BCarle%2BButterfly%2BHungry%2BCaterpillar.JPG

2- Brincar e desenhar com diferentes tipos de papel:
Eric Carle Initial Art--paint tissue paper ans cut into random shapes when dry.  Share colors and glue onto a large letter shape

3- Largatinha de molas de madeira
Eric Carle caterpillar clothespin craft for kids

4- Colar com massinhas
Very Hungry Caterpillar Necklace, after school feature



segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

Camila vai à Neve



Camila nunca tinha visto neve, na verdade nem sabia que tal coisa existia.
Quando chegou ao pico da montanha nem queria acreditar no que os seus olhos viam...parecia uma terra mágica, toda branquinha.
Quando colocou os pés no chão sentiu que a neve era fofa.
Quando tocou a neve com as mãos percebeu que a neve era fria.
Quando no meio da brincadeira deu uma lambidela no boneco de neve descobriu que a neve era água.
E quando a neve começou a cair, Camila desvendou um grande segredo:
Quando neva é porque as núvens estão a dançar e deixam voar, em cada passo, pequenos pedaços de si.


domingo, 9 de Fevereiro de 2014

Bonecos de inspiração Waldorf


A Camila é uma sortuda, recebe presentes tãoooo lindos como este!
Uma boneca de inspiração Waldorf de que tanto gosto.
A Cláudia, professora há mais de 10 anos e mãe há 4, desde o nascimento da filha que começou a encarar a pedagogia de uma outra forma: "Queria algo mais ligado aos sentimentos e afectos do que à educação formal e respectivos conhecimentos que transmite". Assim, depois de muitas pesquisas, descobriu a Pedagogia Waldorf e apaixonou-se pela sua visão holísitica e pelo respeito com que trata as crianças (paixão partilhada por mim que também sou fã desta pedagogia). 
Apaixonou-se também pelos brinquedos naturais que são usados nas escolas de inspiração Waldorf e é aqui que entram as suas bonecas! Fez pesquisas, desenhos, moldes, workshops e muitas experiências, nem sempre bem sucedidas... Primeiro começou a fazer bonecas para oferecer às filhas das amigas e familiares. Depois, incentivada pelo feedback positivo de quem as recebia, começou a explorar uma vertente mais comercial. Decidiu pôr mãos à obra no ano em que ficou sem escola: criou um nome, uma página no facebook e dedicou-se de coração às suas criações artesanais. Assim nasceu a Alternative Toys.
Posso garantir que são lindas de morrer e os materiais da melhor qualidade.
Obrigada Cláudia, a Camila e a mãe dela adoraram e já foi baptizada pelo mano de Aurora.
Podem conhecer mais o magnifico trabalho da Cláudia aqui: 
https://www.facebook.com/pages/Alternative-toys/356563144456554?fref=ts e no novo site:
www.alternativetoys.pt




sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Corações de chocolate e framboesa

Chewy Paleoleos for Valentine's Day by www.thespunkycoconut.com @thespunkycoconut #paleo

No dia dos namorados, eu e o meu amor não trocamos presentes mas fazemos questão de assinalar o dia com gestos bem pirosos e lamechas como o amor deve ser!
O jantar, de há 7 anos para cá, é sempre fondue para que nenhum dos dois tenha que passar a noite na cozinha, e temos sempre o mais simpático e empenhado dos empregados...o M. que faz questão de por a mesa e ajudar em tudo! 
Eu costumo preparar sempre algum doce especial. 
O ano passado foram os bombons de morango que podem ver a receita aqui e este ano vou fazer uns bolinhos com recheio de framboesa. 
Comprei no Continente umas formas de silicone em forma de coração e estou desejosa de as estrear!
Deixo aqui sugestão e a receita Bimby mas que pode ser fácilmente adaptada por quem não têm esta maravilhosa ajuda:

Para os bolos:

Ingredientes

250 g Açúcar
150 g Óleo
150 g Leite
4 Ovos
125g de Chocolate em pó Pantagruel
200 g Farinha
1 c. de chá de Fermento


Preparação

  1. Junte todos os ingredientes no copo excepto a farinha e fermento, programe 3 mins 37º vel. 3
  2. Junte a farinha e o fermento, programe 10 segs vel. 4
  3. Levar ao forno cerca de 30 mins

Para o recheio:

Ingredientes

500 gr de Framboesas (eu uso congeladas que são mais fáceis de encontrar e bastante mais baratas)
320 gr de açúcar
Sumo de meio limão


Preparação

Colocar as framboesas no copo (reservar algumas se assim o
desejar) e programar 10 seg. vel. 5-7-9.
Junte-lhe o açúcar e o sumo de limão e programe 5 seg. vel.
4.
Depois programe 30 minutos em temp. varoma e vel. 2 (sem
copo de medida em cima e no bucal, colocar o cesto para que o vapor saia) Juntar os frutos inteiros (se assim o desejar)
Se usar frutos inteiros usar as laminas em Linkslauf   .
Guarde o resto da compota em frascos de vidro, é optima para comer com bolachas de água e sal ;)