terça-feira, 28 de junho de 2011

Como fazer um Castelo de Material Reciclável.

Todos gostam de castelos.

Podem ser palco para as mais românticas histórias de amor entre príncipes e princesas nas brincadeiras das meninas, ou transforma-se radicalmente em campo de batalha para as brincadeiras dos meninos.
Como um pouquinho de esforço, e algumas coisa que iriam para o lixo, pode fazer este incrível Castelo Medieval!



Material:

* Cola
* Tesouras (sem ponta)
* Fita cola.
* Caixa de cartão.
* Caixa da pizza
* Caixa de sabonete
* Tubo de papel de cozinha ou algum maior (no caso de não encontrar tubos maiores e quiser transformar a torre mais alta, cole dois rolos de papel de cozinha com fita cola de papel).
* Caixa de ovos-
* Jornal
* Embalagem de chocolate em pó para o leite.
* Copos descartáveis
* Caixa de sapatos
* Caixas de sabão em pó
* Tinta acrílica
* Esponja
* Pincel


1. Use a caixa de cartão para fazer a estrutura principal de seu castelo, (chamada de sustento) escolha uma caixa que seja proporcional aos  brinquedos que o seu filho planeie brincar. 
Corte um dos lados da caixa para o acesso interior e reforce todas as emendas com a fita adesiva. 
Corte janelas, portas onde preferir.




2. Torres de embalagem de leite. 
Corte uma caixa retangular ao meio, a seguir corte janelas em ambas as metades para fazer 2 bases da torre. 
Corte uma caixa pequena em forma de cerca e cole às partes superiores das bases. 
Corte as passagens secretas do sustento da caixa de papelão (veja etapa 7), a seguir cole as torretas terminadas à parte superior.

3. Fundação de caixa da pizza. 
Cole a base do castelo numa caixa limpa da pizza (colada depois de fechada). 
Pode igualmente usar uma folha de cartão..

4. Torres do tubo de papel de cozinha (ou vários de papel higienico colados com fita)
Determine onde as torres se unirão ao castelo, a seguir corte as entradas e as janelas da torre. Cole as torres no lugar.


5. Caixa de ovos para o balcão.
 Corte uma secção de 3 espaços para ovos de uma caixa vazia de ovos, e cole sob uma abertura no castelo.
6. Arco de pedras de jornal.
Enrole uma folha de jornal e prenda com fita adesaiva acima da entrada principal. 
Cole um cabo ou um cordel a cada lado da ponte elevadiça , à parte superior da porta.


8. Mezanine de caixa de sabão ou cereais. 
Corte ao meio, faça uma abertura na porta, e prenda a caixa à parte superior do castelo.














9. Quartos de lata de chocolate para o leite.
Corte portas e janelas de uma lata de plástico ou cartão (um pote de gelado funciona bem também). Prenda a  mezanine.









10. Varanda de copos descartáveis. 
Corte um copo descartável , criando abas laterais, como na foto.
A seguir prenda o copo na frente de uma janela ou de uma porta.

















11. Sotão de caixas de sapatos. 
Corte uma caixa de sapatos ou uma outra caixa pequena como (a) mostrado, a seguir coloque-a dentro de seu castelo para dar forma a um quarto interior. 
Em seguida, prenda a tampa da caixa de sapatos (b) sobre o quarto criando um sotão ou um segundo andar. 
Para a estabilidade, prenda igualmente o sótão às paredes internas do castelo.




12. Tubo e deslizante para passagem segreta. 
Corte um tubo de papel de cozinha, encaixe entre o soalho e a abertura do telhado para o corredor secreto, dobrando as extremidades e cortando uma entrada na parte inferior.
 Para a corrediça, corte um tubo em parcialmente a longitude e prenda no lugar entre o sotão e a outra abertura.









13. Escadaria de caixa de sabonete ou fósforoa. 
Corte as caixas ao meio e prenda junto como mostrado. 
Prenda as escadas no lugar.


14. Pintura. 
Cubra todas as junções e emendas com a fita adesiva para um revestimento mais liso ( o ideal é serem aquelas fitas cola especiais para pintores que são feita de papel), a seguir pinte o seu castelo por dentro e por fora com tinta acrílica.









15. Carimbe os tijolos. 
Uma vez que a tinta esteja seca, use uma parte pequena de uma velha esponja e com uma tinta de cor diferente pinte pequenos tijolos.






16. Faça cones de papel ou cartolina e cole na parte superior das torres.


17. Faça bandeirinhas com papel colorido e palios e prenda nos telhados das torres.




Uma actividade criativa no Museu da Marioneta

O que é um padrão? Encontram algum padrão na vossa roupa?
Foi com estas questões que demos início a mais uma manhã criativa. 
Desta vez, explorámos os padrões existentes nos trajes das marionetas em exposição.
Primeiro, fizeram-se os esboços de um padrão inventado e, depois, recorrendo a diversos materiais, cada família trabalhou o seu padrão numa marioneta de luva. Os resultados ficaram muito originais!

"Ser mãe  é dar à vida continuidade,Ser mãe como ser pai também...é encontrar a mais pura felicidade!"


Mais uma frase para o passatempo da nossa página do facebook..ainda faltam 2 dias para terminar!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

E uma garrafa de plástico pode ser transformada num polvo!


Nestes dias de calor o que sabe mesmo bem é estar na praia.
Enquanto dá saborosos mergulhos no mar com o seu filho, aproveite para conversarem sobre as espécies marinhas.
Quando voltar a casa e utilizando a garrafa de água que ajudou o seu filho a manter-se hidratado na praia façam em conjunto um Polvo terrível cheio de tentáculos assustadores ou uma "Polva" princesa rainha dos mares! 

Uma simples garrafa de plástico pode se transformar num Polvo muito catita.
Basta pintar a garrafa com tinta acrílica da cor desejada, colar ou desenhar uns olhos e uma boca bonita e sorridente.
Corte o fundo da garrafa com um x-ato, e faça cortes em toda a garrafa na cortes na vertical.  
Faça um laçarote para o caso das meninas polvo ou um pequeno chapéu  no caso dos meninos, de forma a disfarçar o gargalo da garrafa.



sábado, 25 de junho de 2011

Dúvidas sobre o primeiro ano de vida do seu filho - Alimentação

14. Meu filho tem 11 meses e não quer largar a mamadeira da madrugada, o que atrapalha o sono dele. É normal?
A partir dos 6 meses, não é mais recomendado que o bebê continue mamando durante a madrugada. A partir dos 7 meses, ele já deve jantar e mamar antes de dormir. O ideal é que ele faça a última mamada por volta das 22 horas. Isso não significa que o bebê precise ficar acordado até esse momento chegar. Se ele estiver dormindo, retire-o do berço e ofereça o peito ou a mamadeira na posição inclinada no colo.
15. De quantas em quantas horas o bebê precisa mamar ?
No primeiro mês, os horários das mamadas são bastante irregulares. O bebê pode solicitar o peito ou a mamadeira com um intervalo de uma a três horas. A partir do primeiro mês de vida, os horários se tornam mais regulares e ele tem fome, em média, a cada três horas durante o dia e a cada quatro horas de madrugada.
Shutterstock
16. Devo esterilizar a mamadeira e a chupeta sempre? Onde é melhor guardá-las?
As mamadeiras e chupetas devem ser esterilizadas todos os dias durante o primeiro ano do seu filho. A esterilização pode ser feita em recipientes adequados através da fervura por cinco minutos para chupetas e de oito a dez minutos para as mamadeiras ou em esterilizador de micro-ondas. Assim que acabar a esterilização, não deixe os objetos no local onde foram esterilizadas (boiando dentro da panela, por exemplo). Retire-as da fervura, passe em água corrente, seque e guarde-as em local limpo. Não esqueça de trocar os bicos da mamadeira e da chupeta a cada dois meses.
17. Vou voltar a trabalhar, o que faço para meu leite não secar?
Se possível, retire o leite durante o horário de trabalho e armazene em um recipiente de vidro etiquetado com a data. Conserve-o na geladeira até o término do expediente. De qualquer forma, continue amamentando enquanto tiver leite, nem que seja uma ou duas vezes ao dia. O ato de sugar é o principal estímulo para a produção de leite.
18. Posso colocar peixe nas papinhas?
Sim, mas só depois de 1 ano. Antes disso, só com aprovação médica. Tente comprá-lo fresco e em local com boas condições de higiene. Prefira o alimento assado ou grelhado e escolha um sem espinhas, como cação e salmão, e fique de olho nas possíveis reações alérgicas.
19. Posso congelar as papinhas?
Sim, se a comida for fresca. Mas esterilize os potes usados e cole etiquetas (com data e ingredientes). A papa pode ser mantida por até 30 dias.
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20. Fazer papinhas na panela de pressão interfere nos nutrientes?
Existem opiniões divergentes. Alguns especialistas afirmam que na panela de pressão o tempo de cozimento dos alimentos é menor, e a perda nutricional também. Outros dizem que, como o calor na panela de pressão é maior, os alimentos perderiam mais nutrientes do que no cozimento a vapor. Quem decide, nesse caso, é você em uma conversa com o pediatra do seu filho.
21. O que fazer se ele engasgar?
Se a criança tossir e parecer que está bem, não se preocupe. Mas, caso o objeto ou o alimento (corpo estranho) obstruir a via aérea, impedindo-a de respirar, ligue para emergência (disque 192) imediatamente. Enquanto espera socorro, deite-a de barriga para baixo no seu colo com a cabeça mais baixa que o bumbum e dê cinco tapas firmes nas costas. Em seguida, vire-a de barriga para cima e faça pressão no tórax, como uma massagem cardíaca.
22. Posso dar a papinha em colher de inox? Ou só de silicone?
O talher de silicone é o melhor, por ser mais flexível. Na hora da refeição, a criança se mexe muito e com uma colher de inox, por exemplo, ela pode machucar a boca ou as gengivas.
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23. Qual o melhor horário para dar banho no bebê?
Alguns pediatras orientam que seja no horário mais quente do dia, entre 11 e 15 horas. Mas você pode adaptar o banho à rotina da família. Se ambos os pais querem estar presentes e isso só ocorre de noite, tudo bem. Além disso, alguns bebês gostam de tomar banho antes de dormir, porque ficam mais relaxados. Seja qual for o período escolhido, é importante que o banho aconteça sempre no mesmo horário para criar uma rotina.
24. Posso colocar presilhas, tiaras e afins no meu bebê?
Sim, mas prefira as tiaras com elástico e que não apertem. Fitinhas com velcro também ficam uma graça. Elas podem ser grudadas, ainda, com sabonete. Já as fivelas de metal devem ser evitadas nos primeiros meses.
25. Posso usar sapatinhos (variados) no bebê?
Os bebês não precisam de sapatos, mas quem resiste? Escolha os de material macio e, claro, certifique-se de que o pé da criança está protegido do frio.

Dúvidas sobre o primeiro ano de vida do seu filho - Desenvolvimento

André Spinola e Castro
10. Como estimular meu filho no primeiro ano? Devo comprar brinquedos educativos?
Estudos mostram que o melhor estímulo que uma criança pode receber no primeiro ano de vida é o contato com os pais. Simples, não? Mas é claro que os brinquedos, além de divertidos, também estimulam os pequenos. Na hora de escolher, não deixe de conferir a indicação da faixa etária e o selo de qualidade do Inmetro. Os brinquedos (da bola ao eletrônico, todos são didáticos) devem ter cores vibrantes, formas e texturas diferentes. Prefira produtos leves, sem pontas e fáceis de limpar. Não se frustre, porém, se o seu bebê preferir brincar com panelas e caixas de papelão!
11. Meu filho se atrai pelas luzes e pelo colorido da televisão. Co que idade posso deixá-lo assistir a programas infantis?
Segundo pesquisas, a televisão não traz benefícios às habilidades cognitivas e motoras da criança antes dos 2 anos. Mas não chega a ser prejudicial quando bem usada. Por isso, tudo bem deixar seu filho em frente à TV por algum tempo enquanto você termina o jantar, por exemplo. Os programas, no entanto, têm de ser adequados ao público infantil. Observe também se a TV não deixa seu filho muito agitado. 12. Devo usar andador?
12. Devo usar andador?
A Sociedade Brasileira de Pediatria condena o uso por diversas razões. Uma delas é porque atrasa o desenvolvimento psicomotor da criança, fazendo com que ela leve mais tempo para ficar de pé e caminhar sem apoio. E, embora ganhe mais mobilidade, gasta menos energia para alcançar o que lhe interessa. Mas o principal motivo diz respeito à segurança: o andador pode provocar graves acidentes.
13. Quando é hora de colocar no cadeirão? Posso alimentá-lo no meu colo?
A partir dos 6 meses, quando a maioria das crianças consegue sentar sozinha sem apoio, já é hora de colocá-la no cadeirão. A idade também corresponde ao período em que a criança que foi amamentada exclusivamente no peito até então deve iniciar as papinhas. É mais higiênico, prático e confortável para a criança do que qualquer outro lugar. Coloque-o, de preferência, no mesmo local onde a família come, para que ela participe da refeição com todos.

Dúvidas sobre o primeiro ano de vida do seu filho - Sono

Quando o bebé pode dormir no quarto dele? Tem que ser de barriga para cima? Perguntas desse tipo surgem ainda na gravidez. Outras, como aquelas sobre amamentação, só depois que se chega da maternidade com o recém-nascido nos braços. Mas há também situações que nem poderíamos imaginar, até o dia em que temos de nos virar sozinhos!

Gostei muito desta matéria da revista crescer.

Quando se é mãe/pai de primeira viagem tudo é novo e queremos sempre fazer o melhor.
Eu tive imensas dúvidas e questões, e muitas delas pareciam-me coisas tão parvas que até tinha vergonha de partilhar com as minhas amigas já mães.
Acho que este texto vai ajudar algumas das futuras mamãs criativas, a revista é brasileira daí o português açucarado.

1.Meu filho pode dormir sozinho desde o primeiro dia?
A OMS recomenda que o bebê durma no quarto dos pais, no berço, até o sexto mês. O objetivo é estimular a amamentação, pois em tese isso facilitaria a vida da mãe. Estudos mostram que a indicação também pode reduzir a taxa de morte súbita. Mas, se a mãe não se incomoda em levantar de noite, os pediatras dizem que o bebê pode dormir sozinho já no segundo mês.
2. O que fazer se o bebê não acordar para mamar (principalmente à noite)?
Nos primeiros meses, em geral, os pediatras sugerem que o bebê seja acordado durante a noite para mamar, caso não desperte sozinho. No entanto, se ele for um pouco mais velho e o ganho de peso estiver adequado, talvez não haja problema em espaçar as mamadas noturnas. Peça ao médico para avaliar qual é o caso do seu filho.
3. Meu bebê dorme cedo, por volta das 20 horas, mas acorda sempre às 6, mesmo que vá dormir às 21 ou 22 horas. Como fazer com que ele durma até mais tarde?
A personalidade do bebê deve ser levada em conta. Alguns são mais matutinos mesmo. Um jeito de fazer com que ele acorde um pouco depois, porém, seria dar a última mamada da noite um pouco mais tarde, por volta das 22h, mesmo que ele esteja dormindo. Mas o ideal é que a família tente ajustar seus horários.
4. Qual a posição ideal para o bebê dormir?
Desde a maternidade, a posição indicada é de barriga para cima. Pesquisas mostram que assim há menos risco de morte súbita. Quando ele aprender a se virar, por volta dos 5 meses, ele mesmo vai escolher o jeito que mais gosta. Só para lembrar, o bebê não precisa de travesseiro. A não ser os que têm refluxo, que devem dormir com a cabeceira do berço elevada.
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5. Quando o bebê não arrota depois da mamada é perigoso colocá-lo no berço?
Em geral, o bebê que mama no peito arrota pouco. Isso porque o arroto é um mecanismo do corpo para liberar o ar ingerido na mamada, o que não acontece se a aréola for pega corretamente pela criança. Mas se ele toma mamadeira ou sofre de refluxo fisiológico, normal nos primeiros três meses, é comum engolir ar ou vomitar depois que mamou. Seja qual for o caso, os pais podem segurar o bebê por alguns minutos na posição vertical, sendo desnecessário bater nas costinhas dele, antes de colocá-lo no berço outra vez.

6. Meu bebê só quer dormir no colo, o que faço?
Não se preocupe, no primeiro ano é fácil modificar os hábitos de sono da criança. Basta criar uma rotina. A partir do momento que ela começar a ficar mais horas acordada, à noite, coloque-a no berço sempre no mesmo horário. O quarto deve estar escuro (ou com a luz do abajur) e sem barulho. Fique ao lado dela, cante uma música e dê um beijo de boa noite. Aos poucos, ela vai entender que está na hora de dormir e vai pegar no sono sozinha. Pode choramingar nos primeiros dias, mas tente resistir à tentação de pegá-la no colo outra vez.
7. Posso dar chás de camomila ou de erva-doce para induzir o sono da criança?
Não. Apesar da insistência de avós e tias, os pediatras são categóricos: até os 6 meses, a única bebida que a criança precisa é o leite materno. No entanto, os chás parecem acalmar porque têm efeito placebo. O ritual de bebê-lo é tão tranquilo que faz o sono chegar mais rápido para os que têm mais de 6 meses. Ainda assim, fale com seu pediatra.
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8. Meu filho tem nove meses e ainda não engatinha, enquanto os amiguinhos dele já. O que faço?
Variações no desenvolvimento dos bebês são normais. Afinal, cada criança tem seu ritmo próprio. Para estimular o engatinhar, deixe a criança em chão firme (superfícies com edredons e cobertores atrapalham) e espalhe brinquedos que se movimentam (como bolas e carrinhos). Ela provavelmente vai tentar alcançá-los. Mas é importante lembrar que alguns bebês pulam essa etapa e simplesmente aprendem a caminhar antes.
9. Meu filho é grande e as pernas estão encolhidas no bebê-conforto do carro. Posso virá-lo para frente?
Se ele já tiver atingido os 10 kg, tudo bem. Pois a recomendação é que esse tipo de assento infantil seja usado no banco traseiro, de costas para o painel, do nascimento até a criança completar um ano de idade ou 10 kg. A partir de 1 ano, ele já pode passar para a cadeirinha, que é posicionada de frente para o painel, presa pelo cinto de segurança do carro.


domingo, 19 de junho de 2011

Uma manta feita de desenhos



Na semana passada, tive a ideia de fazer uma Quilt com a evolução gráfica dos desenhos do meu filho.
Antes de meter a mão na massa, fiz uma pesquisa e encontrei estas mantas feitas por uma professora primária. É bastante mais simples do que a minha ideia inicial onde teria de transformar os desenhos do M. em bordados. Aqui a criança desenha com canetas de feltro especiais para tecido ( há umas óptimas da Giotto à venda nos hipermercados) no próprio tecido e depois é só coser . 
Aqui foi usado apenas tiras de um mesmo tecido, mas continuo a achar que a conjugação de vários tecidos tornará a manta mais rica!
Espero que gostem de mais esta sugestão e tenham um semana feliz!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Passatempo


"Perceber a magia de gerar vida e de a pôr no mundo, providenciar o sustento, o colo, o aconchego... amar e ser amada incondicionalmente e compreender só então que o AMOR é o verdadeiro alimento da alma! É isso que é ser MÃE!"

Célia Lima

Esta é uma das frases que foi colocada do nosso mural para o passatempo.
Se gostou desta frase vá a http://www.facebook.com/pages/Pais-criativos-filhos-felizes/200279183349519 e vote na frase da Célia até dia 30. A frase com mais "gostos" ganhará um livro cheio de bons concelhos reunidos pelo psicólogo Eduardo Sá. 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Desenhos bordados


Adoro os desenhos feitos pelas crianças.
Tenho os desenhos do meu filho espalhados pela casa toda.
Uma ideia que acho muito engraçada é utilizar os desenhos e transforma-los em bordados, com isso poderemos fazer marcadores para livros (como o da imagem), almofadas, ou mesmo mantas em patchwork, utilizando a técnica usual dos retalhos e substituindo alguns dos quadrados de tecido por os nossos bordados.
Acredito que ficaria lindo fazer uma manta com a evolução dos desenhos da criança- um bordado de um desenho feito com 1 ano, outro com 2 anos, outro com 3 anos....
Vou meter mãos à obra!
Partilhem connosco os desenhos dos vossos filhos, faremos uma galeria virtual de arte infantil o que acham?

terça-feira, 7 de junho de 2011

1º Passatempo do Blog Pais criativos!

A Maternidade e o Bebé 

Adoramos o Eduardo Sá. É uma pessoa que apesar de ser especialista, traduz em "miúdos" as inquietações que assombram os nossos corações de mães (e pais) preocupados em dar todos os dias o melhor de nós ás nossas sementinhas!
Por essa mesma razão, escolhemos um livro deste autor para o 1º passatempo do blog!
«“A Maternidade e o Bebé” condensa um conjunto de textos de diversos autores que, na sua maioria, têm trabalhado com grávidas e bebés. Representa ideias, reflexões e perplexidades que nos permitem perceber a vida emocional dos fetos e dos bebés, numa íntima interacção com o pensamento das suas mães e dos seus pais, numa precocidade tão surpreendente que, certamente, nos obrigará a questionar as suas consequências para a psicologia e para a psicopatologia.»

Para ganhar este excelente livro, basta deixar uma frase sobre a maternidade no mural da nossa página do facebook : http://www.facebook.com/pages/Pais-criativos-filhos-felizes/200279183349519   
A frase que receber mais "gostos" será a vencedora! :)

O passatempo decorre de 07 de Junho a 30 de Junho de 2011 e o vencedor será anunciado no blog e na página do facebook dos Pais Criativos!

Boa sorte a todos!


Monstros nossos amigos!


Ora aqui estão uns monstrinhos simpáticos! São feitos de caixas de cereais que em vez de irem para o lixo irão oferecer muitos sorrisos!

Material:
Caixas vazias de cereais.
Papel autocolante colorido.
Papeis coloridos.
Tesoura.
Cola.
Botões.
Fita-cola.
Fitas e laços para embrulho.
(Pode encontrar em algumas retrosarias olhos para bonecos de pano, que são os olhos que foram utilizados nos monstros da fotografia, mas se não encontrar faça-os com papel branco e preto conseguirá o mesmo efeito de uma forma mais económica!)

Faça uma abertura na parte frontal da caixa no sentido de fazer com que a mesma se abra sempre que necessário.
Forre toda a caixa com o papel autocolante com a cor desejada.
Em seguida faça uns dentes com papel ou feltro branco e cole na a abertura para reforçar a ideia de boca.
Recorte dois círculos de papel branco, e dois círculos mais pequenos de papel preto- serão os olhos.
Cole na parte superior da caixa. 
Cole um botão no lugar do nariz.
Com a fita para embrulho faça um divertido cabelo, cole com fita cola.
Decore o resto da caixa com recortes, bolsos de diferentes padrões, desenhe uma gravata e recorte, ofereça-lhe um braço ou mesmo dois...a imaginação não têm limite os os nossos monstrinhos também não!
Utilize o material que tiver em casa (revistas, restos de tecido, papeis de embrulho etc..)

Depois de terminados os nossos monstros são excelentes para guardar pequenos objectos no quarto dos miúdos ou servirem como embrulho para os presentes dos amiguinhos dos nossos filhos!



sábado, 4 de junho de 2011

Educação para o amor - Eduardo Sá.

Family portraits



Se as pessoas são mal-educadas para a boa educação e para a sexualidade como podem ser felizes?


1.Aquilo a que se foi chamando boa educação tem-nos estragado, devagarinho. Em primeiro lugar, a esmagadora maioria das pessoas foi mal-educada para os sentimentos.

Porque lhes disseram que há sentimentos bons e sentimentos maus, como se uns fossem toleráveis e os outros interditos.

Ora, aquilo que distingue os sentimentos é mais simples. Todos os sentimentos, pareçam recomendáveis ou maus, são bons. Assim nos sirvam para nos aproximarmos de quem nos lê por dentro, e com eles percebermos que só a obscuridade que se atribui ao que sentimos é uma dor que perdura. E dor sem remissão é maldade. Os sentimentos tornam-se maus quando, através deles, descobrimos, muito depressa, que as pessoas com quem imaginávamos contar para lhes pormos legendas (e nelas encontrarmos entendimento para nós) se transformam em forças de bloqueio para o nosso coração. Todos os sentimentos que nos desencontram de quem nos ama são maus. E até o amor, se se desacerta de quem amamos, magoa. E pode, por isso, tornar-se mau.

Em segundo lugar, fomos todos mal-educados para a agressividade. 

A agressividade liga o corpo ao pensamento. É tão natural como a sede. Injecta ira ou paixão nos nossos gestos. Quando se expressa, a agressividade, liga-nos a quem nos lê. Torna-se lúdica e pró-activa. E ética. E só assim aprendemos a ser agressivos com maneiras. Mas quando se guarda expressa-se com efeitos especiais e aos impulsos. Quando os impulsos são insuflados com fantasias de violência guardam-se mais e transformam-se em rancor. Ou «ódio de estimação», se preferirem. E ele assusta. Porque nos torna amigos (assustados) da violência.
Pelo menos nalguns períodos da nossa vida, todos somos aos bocadinhos amigos da violência. Basta que fujamos de a confiar a quem nos lê. (Na maior parte das vezes, tentamos que a violência que se sente de fugida fique, hermeticamente, fechada, dentro de nós. Fechamos o rosto, fechamos os gestos, e até o sorriso se fecha num esgar.) Viver a violência não nos torna odiosos. Aliás, quando encontramos quem a legende para nós, os sentimentos maus podem ter nessa experiência de comunhão, a porta com que se abre a nossa redenção.
Em terceiro lugar, fomos mal-educados para as palavras. 

As palavras engasgam-nos os gestos quando falar devia aplainar o coração. Todos os sentimentos são bons, repito, sobretudo se forem clareados por palavras. Mas se falar em jacto dum sentimento, inquina-o com o medo de não ser entendido, falar de forma encriptada, como se bastasse dizer o que sentimos mesmo que ninguém nos entenda, torna-nos amigos da solidão. Ficando por entender, os sentimentos (que são clarividência e são o que nos une) transformam-se naquilo que desliga. Isto é: sentimentos sem palavras são ressentimentos.
E, finalmente, fomos mal-educados para a imaginação.

Porque nos recomendaram que imaginássemos antes de agir, quando isso é, muitas vezes, uma belíssima forma de complicar. E porque nos sugeriram comedimento nas fantasias como se se imaginasse de cabeça na lua. Imaginar não é agir. E, apesar disso, a vida é sempre mais fácil quando se vive do que quando se imagina. Imaginar será trair? De certo modo, sim. Sobretudo, o melhor de nós. Que só se revela quando se vive.

Porque fomos mal-educados para os sentimentos, para a agressividade, para as palavras e para a imaginação, toda a cor daquilo que sentimos foi ficando pálida e tristonha. Não falamos dos sentimentos. Não dizemos «não» nem nos zangamos sempre que é preciso. E refreamos a imaginação. Estamos mal-educados para a boa educação. E, quando é assim, como se pode amar do coração até à pele? 

2. Mas também fomos mal-educados para a sexualidade. Eu sei que são precisos muitos anos para se saltar – com transparência, autenticidade e bondade – da fantasia para os gestos com sexualidade. Mas muitas pessoas passam, precipitadamente, das fantasias sexuais à parentalidade. É por isso que é urgente falar da sexualidade não tanto como o princípio do prazer mas como aquilo com que as pessoas constroem a sua infelicidade. Pelos sentimentos que guardam. E com o silêncio com que os revestem.

É por isso, e porque foram acumulando anos de mal-entendidos, que vivem a sexualidade como um débito conjugal. Ou sentem-na como um imposto de valor acrescentado duma relação conjugal. Outras, descobrem (muito tarde) que nem sempre o seu melhor amigo será um grande amor. (São essas as pessoas que se refugiam nas dificuldades no adormecer de alguns dos seus filhos. Ou, logo que vivem a sexualidade como uma experiência de infelicidade, elegem as dores de cabeça como uma febre de sábado à noite. Ou adormecem, clandestinamente, todos os dias, no sofá. Para protecção de todas elas, que serão a maioria dos portugueses, deveríamos tomar a sexualidade como uma questão de saúde pública.)

É por isso que a sexualidade não é tão natural como a sede. Apesar do desejo ser amor à primeira vista, a paixão é amor à segunda vista e o encantamento um amor à terceira. Não é um impulso biológico que se esgota num orgasmo e que daí se confunda alívio com prazer.
A sexualidade faz bem à saúde. Embora o erotismo não seja um lado animal que age em nós. O erotismo serve para ir ao encontro do outro. Mas só a ternura permite que se vá ao encontro do interior do outro (e do seu impacto estético na nossa vida).

A sexualidade é uma forma de conciliar – num só gesto – sensações, sentidos e sentimentos. E fazê-lo em dois ritmos que se casam numa mesma cumplicidade. E numa comunhão entre pessoas que se despem por dentro. 

A sexualidade leva-nos da superfície do corpo ao fundo da alma. Logo que se toca na pele toca-se dentro. Logo que se toca dentro o outro deixa de ser nosso. Deixa de ser outro. Passa a ser parte de nós.

Por tudo isto:
É urgente dessexualizar a educação. Deixar de imaginar que a proximidade pega fogo e que duas pessoas, em contacto com o ar, se tornam produtos mais ou menos inflamáveis. 

É urgente inabilitar todas as formas que tomam a sexualidade como uma tecnocracia para a felicidade. Quer quando se transforma a educação sexual numa burocracia de gestos isolada do afecto. Quer quando se fala de disfunções sexuais à margem dos ressentimentos que se esgueiram do corpo, sempre que são silenciados.

É urgente compreender que cada abraço não é um quero-te! mascarado de ternura, e que os sentimentos não se devem guardar fora do alcance das pessoas.

É, também, urgente desmentir que a contenção é o topo de gama da natureza humana, ao pé da qual todo o prazer deve ser castigado. O prazer é uma forma de descobrir que a minha liberdade começa onde começa a do outro.

É urgente fantasiar. As fantasias que nos surpreendem são próprias de quem namora com a vida. É por isso que a fantasia é o paraíso fiscal das infidelidades. Os pensamentos põem dúvidas onde parecia só poder existir a unanimidade da paixão e trazem infidelidades onde, antes, parecia só se tolerar a unicidade dos afectos. «Pecar» por pensamentos e por omissões faz bem à sexualidade. Põem em dúvida quem temos connosco: comparam, ambicionam e devaneiam. Pecar por pensamentos enriquece a relação amorosa, expande a sexualidade para fora do corpo e devolve-o ao pensamento com a convicção de que só pecando se chega ao céu. 

É urgente explicar que é proibido casar com o primeiro namorado. Pois só a pluralidade das experiências que nos interpelam torna urgente descobrir o que queremos em alguém que nos queira. 

É urgente acarinhar uma cultura do prazer. Prazer não é alívio. Prazer a qualquer preço é solidão. Prazer pelo prazer masturbação. Mas se for 1 em 2, prazer é comunhão. 

É urgente proibir que se case para sempre. E que se diga que uma relação, se não se cuida, não perdura amorosa, para sempre. Só as relações preciosas são frágeis. Só elas, sempre que nos decepcionam, nos matam para o amor. 

É urgente dizer que amar é sentir e palavrear duma só vez. É dizer eu e tu ao mesmo tempo. É esperar que o outro saiba sempre mais de nós do que nós próprios. É conceber a diferença entre imaginar que se voa e aprender a voar. E descobrir que um amor só é amor quando nos diz: sente-me em ti, olha por mim, fala por nós.

Brincar e trabalhar com o Photoshop

Cheira-me que o Martim vai ser designer, ilustrador ou algo do género. Tinha um trabalho de português para fazer. Escreveu uma ...